Cadê?!

OPA!

Novo post em breve…

“We all live in a yellow submarine
Yellow submarine, yellow submarine…”

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Uma ideia chamada Edinburgh!

Após alguns meses na Irlanda, resolvi investir um pouco do meu suadinho dinheiro em minha atividade favorita, viagens! E levando em conta que dinheiro não cai do céu e que as segundas vem após os domingos, a ideia foi ir para um lugar perto e que pudesse ser visitada em apenas 2 dias, ou melhor um dia e meio. Com apenas 264 Km² a ideia se chamou Edinburgh!

Waverley Bridge

Aproveitando a proximidade geográfica entre as duas ilhas, pegamos o primeiro voo de um sábado para Edimburgo. Chegando lá (não sei exatamente o por quê, mas imagino o motivo) não precisei passar pela imigração. Logo que saímos do desembarque pegamos um mapa da cidade com os principais pontos turísticos a serem visitados e trocamos euros por libras, sim, o melhor é fazer isso antes aproveitando uma melhor taxa cambial, mas como não fizemos isso ficamos por isso mesmo. As lojas costumam aceitar o euro e cartões de crédito/débito de países que possuem o euro como moeda corrente, mas como os preço estão todos em libras e o preço em geral teria que ser convertido, achamos por bem fazer a troca. Como o hostel era localizado no centro da cidade, pegamos um ônibus (nº 100) que faz o trajeto aeroporto/centro por £6 ida e volta. A dica aqui é não dormir no trajeto do ônibus até a Waverley Bridge(última parada), o coração da cidade. De lá você é capaz de ir para qualquer lugar já que se localiza acima da estação principal de trem.

National Monument - Calton Hill

Após deixarmos nossas malas no hostel e fazermos uma análise no mapa percebemos que a melhor estratégia para conhecer o máximo de lugares possíveis é fazendo um circuito pela Royal Mile e Princes St. Como nosso hostel era mais próximo ao Royal Mile iniciamos por ela seguindo em direção ao Palace of Holyroodhouse (residência oficial da rainha na cidade), no caminho foi possível visitar o Parlamento Escocês e o Holyrood Park. Passando pelo palácio da rainha seguimos em direção ao Callton Hill na Waterloo Pl, a visita a esse lugar vale muitíssimo a pena e a vista é magnífica! Saindo do parque pegamos a Waterloo Pl novamente indo em direção ao Castelo de Edimburgo, pelo caminho visitamos o Saint James Shopping center, o #Occupy Edimburgh no Melville Monument, Scott Monumento, Royal Scottish Academy e a National Gallery of Scotland. Já nos arredores do castelo, na parte baixa um lindo jardim, paramos nele para pegar fôlego para subida que estava a nossa espera. Sim, chegando nessa região e observando o mapa resolvemos abandonar nosso plano inicial e seguir colina acima para o castelo. Após a visita ao castelo seguimos rua abaixo, e paramos em uma das lojinhas de presente onde é possível brincar um pouco de cavaleiro medieval e um pouco mais a frente brincar com o William Wallace. Logo em seguida visitamos a Camera Obscura, um lugar que mostra de forma divertida tudo aquilo que você estudou em física óptica na escola e na faculdad, os £11 valem a pena. Na saída atravessamos a rua e entramos no Scotch Wisky Expirience (£12) o que também recomendo para você que está afim de conhecer um pouco sobre Wisky escocês.

Degustação - Wisky Experience

Após o Wisky experience decidimos ir almojantar, apesar do local ter um excelente restaurante optamos por um outro que fica bem próximo ao local e definitivamente vale a visita. No The Castel Arms (Johnston Terrace) como estávamos em três acabamos por dividir um tradicional prato escocês Haggis Neeps and Tatties (carne de carneiro com batatas, abobrinhas, molho e salada) £8.7 e um Griddle Chicken Breast pra cada (peito de frango grelhado ao molho, salada e batata frita/pure) £8.95 e por fim um Cranachan uma tradicional sobremesa escocesa por £4.85. Após uma farta refeição botamos o pé na estrada novamente e a caminho do hostel (que depois descobrimos um problema com nossas reservas e que fomos transferido para um hostel melhor para por fim descansar um pouco para a noite escocesa) e visitamos o St Giles Cathedral.

Para a noite em Edimburgo as opções são muitas mas o tempo é curto (casas noturnas fecham as 2 da madrugada), então decidimos ficar por perto e seguir para o Biddy Mulligans Pub (fica a dica da cerveja escocesa £4, mesmo para os que não gostam de cerveja como eu) e para o jantar o Made in Italy ambos na Grassmarket (Pizzas grande na faixa de £10, Pastas entre £5.5 e Calzones por £4).

Leo’s Beanery

Bateria recarregada seguimos para o Real Botanic Garden (longe pacas do centro) no dia seguinte. A dica para o café da manhã é o charmoso Leo’s Beanery na 23a Howe Street. Scramble eggs with toast £3.95, chocolate quente £2.5, cappuccino £2.2. Minha sugestão vai para o chocolate quente ao leite (lá existem três opções) onde o barista trás uma xícara de leite quente com espuma e um pedaço de chocolate, você põe o chocolate no leite e espera derreter. Delicioso. Na volta do jardim (pernas pra quem te quero pois a subida é “linda”) aproveitamos para fazer umas comprinhas, afinal turista que é turista (por mais liso que seja) precisa do famoso presentinho “eu estive aqui”. Para esta árdua atividade ficamos por Waterloo Pl e North Bridge. Por fim voltamos ao hostel pegamos nossas malas e fomos ao Waverley Bridge para pegar o ônibus de volta ao aeroporto.

Nos vemos por aí!

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A crise e a Irlanda

Imagem retirada da internet

É bem notório que o ápice da crise mundial já passou, mas ontem uma situação inusitada me chamou a atenção e por isso eis me aqui com o texto abaixo.

Sábado, fim de noite (que por sinal fraquíssima), estávamos eu e duas amigas sentadas em um banquinho do lado de fora de um pub quando um senhor irlandês puxa assunto. Ele pergunta se estávamos gostando do lugar, sugere uns outros locais para visitarmos, enfim, a cortesia irlandesa de sempre que tanto gosto.

Quando ele estava explicando o endereço de um ponto a ser visitado, eis que surge um pedinte. Quando olho para o senhorzinho percebo um olhar diferente e sem nem pestanejar ele enfia a mão no bolso, dá todas as moedas para esse mendigo, deseja boa sorte e toca no rosto do homem com um gesto de “força, vai melhorar…”. Após o segurança tirar o mendigo dalí e pedir para não darmos dinheiro (na verdade ele disse para “não alimentar esse tipo de pessoa”), o senhorzinho explica que aquele homem, a dois anos atrás, era um grande empresário e que empregava mais de 200 pessoas. De pronto respondi que não acreditava (e para qualquer um que visse o homem iria achar a mesma coisa), mas ele disse que sim e começou a contar um pouco da história daquele homem que havia sido expulso da calçada pelo segurança, mas antes mesmo de chegar a metade ele pediu licença, disse que tinha que ir e correu em direção ao mendigo.

O que ocorreu depois eu não sei, imagino que agora ela deva estar tentando ajuda-lo com trabalho ou algo do tipo. Mas após isso, fiquei pensando o quanto a vida é frágil e o quanto os erros de uns fazem outros sofrerem. Devo confessar que para mim, que estava muito bem empregada naquela época e quase não senti os efeitos, a grande crise mundial era uma realidade muito distante. Não sei o que ele fez, não sei o que aconteceu, mas ver de perto uma vida de trabalho duro (imagino eu) jogada no lixo foi bem impressionante.

E disso fica lição de sempre tomar as devidas precauções e como um ex-professor meu fala “tenha sempre um plano B para sua vida!“.

Nos vemos por aí!

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Um mês de Irlanda!

Bom, aqui estou mais uma vez depois de semanas sem postar.

Um mês de Irlanda (ou quase isso) Êeeee!!! /. Abaixo um breve resumo desse meu tempo por aqui (em outras oportunidades irei postando mais detalhadamente os passos que segui para vir parar aqui).

Hum… ah! sim…

A viagem em si foi tranquila, tirando as vezes que tive que explicar para o rapaz da alfândega em Londres e o carioca no Brasil sobre como é o visto para estudante aqui na Irlanda. Bom, chegando na Irlanda praticamente não peguei fila na imigração (sabe a fama que eles tem de serem super simpático e prestativos? Pois é, tudo verdade!) o senhorzinho foi super simpático e ainda me passou um breve passo a passo para tirar meu visto de estudante (sobre o visto vou ter que escrever um post por que dá uma saga).

Passando o cansaço da viagem, e indo aproveitar o que a vida tem de bom conheci museus, igrejas e um pouco do cotidiano dublinense. Aqui eles prezam muito pela cultura e educação, a ver pelo números de bibliotecas, colleges e lugares que dão apoio a quem quer se aprimorar. A cultura é um palco a parte, a cidade respira música, seja nas ruas, pubs ou teatros, ainda não escutei uma rádio que tocasse música de baixa qualidade (até já elegi a minha favorita :D ). Museus e galerias de artes para todos os gostos.

Apesar de tudo isso não poderia deixar de mencionar que quem vem pra cá esperando um ar europeu (como eu) vai se decepcionar e muito. É isso aí, por um bom tempo fiquei frustrada com isso aqui por que definitivamente não era o que eu esperava. Sim, sim, a cidade é linda (que dizer, podia ser melhor se não fossem os pombos e seus dejetos fecais), mas o fato é: Dublin é uma “metrópole”(rsrsrs), é capital do país, é lógico que aquelas casinhas antigas e tudo mais europeu que vemos em filmes deixaria de existir para dar lugar a prédios e ruas (por sorte, ou consciência mesmo, aqui quase não tem arranha-céus, normalmente são prédios bem bonitinhos de tijolos e/ou vidro de 3 ou 4 andares, ainda não vi um que ultrapassasse essa faixa). Mas fiquei frustrada assim mesmo rsrsrs. Se você desanimou, saiba que aquelas lindas paisagens que se ver em filmes e tudo mais não ficam em Dublin, mas em cidades e/ou vilarejos próximos! Ou seja nem tudo está perdido! Rsrsr, brincadeira.

Falando em cidades e vilarejos, é incrível como aqui você consegue conhecer esses lugares pagando pouco e como é perto, por mais que se tenha que trabalhar e ou estudar na segunda pela manhã, dá pra tirar um ótimo proveito desses lugares, sem contar nas passagens baratíssimas para outros lugares da Europa.

E lembrando um pouco da parte chata (trabalho e/ou estudo), devo dizer que as vagas existem, mas a concorrência anda alta, então um bom currículo (e isso engloba experiência) e um inglês razoável são indispensáveis para quem vem pra cá com intenções de ficar por mais tempo.

Já finalizando, uma coisa bem interessante que percebi logo quando chegue foi o tempo, pra quem morava no Brasil, mais especificamente no nordeste, isso chega a ser bem interessante. No verão o sol só se põe depois das 10 da noite e no inverno à partir das 3 da tarde, num dia está um maior sol e no outro só chove (tá essa última parte não é tão diferente assim, mas levando em consideração que aqui esfria de verdade, então acaba sendo uma situação bem diferente).

Bom, é isso aí pessoal, um resumo bem resumido sobre esse meu primeiro mês aqui na terra verde.

Nos vemos por aí!

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“Mais de 3 milhões de brasileiros vivem hoje no exterior”

Mais de 3,1 milhões de brasileiros vivem no exterior, segundo levantamento do Ministério das Relações Exteriores obtido com exclusividade pelo iG. Os números têm como base a apuração feita por consulados e embaixadas em 2010. Do total, quase a metade dos brasileiros fora do país está nos Estados Unidos.

O estudo é usado pelo Itamaraty para definir melhor suas políticas públicas e formas de atendimento aos brasileiros fora do país. O entendimento oficial é de que, onde quer que estejam, Continue lendo

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Irlanda – Diário de Bordo

Irlanda!

Depois de uma vasto tempo sem postar, aqui estou para compartilhar as alegrias e tristezas (esse último espero não rsrs) da minha temporada de 1 ano na terra nórdica!

Por quê aqui? O objetivo inicial é obter conhecimento e fluência da língua para a minha especialização. Mas aí você deve está se perguntando “ué, não era melhor USA ?Continue lendo

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Rumo ao Buteco!

Senhores Rumeiros,

Está prestes a começar o maior concurso gastronômico do Brasil, este ocorre simultaneamente em 15 cidades e começa dia 15 de abril e “atende pelo nome de” Comida di Buteco. Continue lendo

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